Mostrando postagens com marcador maximídia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador maximídia. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Paulo Camossa (DM9DDB) foi show na palestra de ontem no Maximídia


Está o maior sucesso o Maximidia Sat, evento trazido pela publicitária Melissa Tamaciro, pela primeira vez em Campo Grande. As palestras estão sendo transmitas via satélite em tempo real e estamos tendo a oportunidade de compartilhar as novidades do meio publicitário, além da reciclagem profissional que se faz necessária.

Aberto com chave de ouro, reunindo nomes como Cledorvino Belini – Fiat, José Antonio Fay – Perdigão, Márcio Stsch – Alpargatas e Ricardo Gonçalves – Cia Müller de Bebidas, o Maximídia Sat atraiu público de outras áreas, com debates regionais que trazem o tema para nossa realidade de mercado.

No segundo dia de programação, as palestras tiveram temas como Games e Seriados de TV, produtos que estão inovando o mercado publicitário como mais uma oportunidade para divulgação das marcas inseridas neles.

Vale comentar aqui a apresentação de Paulo Camossa da Almap, Paulo Queiróz da DM9DDB e Ângelo Franzão da McCann, intitulada: “Os desafios de comprar e vender mídia no século XXI”. Esta palestra nos trouxe dados que comprovam que os mídias precisa se especializar, conhecer bem o mercado, o produto.

Deixo aqui um elogio para Paulo Camossa, ele mostrou uma visão inovadora do mercado e da nossa profissão. O conselho dele para o profissional de mídia é "slow down" (diminuir a velocidade): não se perder, nem ficar parado. Decisões do departamento de mídia das agências de publicidade brasileiras podem significar o sucesso ou fracasso de diferentes canais que começam a surgir. No século XXI, quanto mais seletiva e relevante, mais cara é a audiência. "O Second Life despareceu porque é irrelevante", afirma Camossa. Já Paulo Queiróz (DM9DDB) diz que "Não somos compradores ou vendedores de mídia. Somos transformadores de idéias".

O evento continua ainda hoje com a palestra “Construção de Marcas – Uma jornada contínua” e a tarde “indústria da comunicação, oportunidades e riscos”.
O nosso mercado está inovando, não percam!

Fabiana Ferreira
Presidente do Grupo de Mídia do MS

Criando conteúdos que perpassam meios - Maximídia Sat

Um contador de histórias. Foi assim que Mark Warshaw da norte-americana Flatworld Intertainment se definiu em sua palestra “Criando conteúdos que perpassam os meios” no MaxiMídia 2008 com transmissão ao vivo para Campo grande pelo MaxiMídia SAT. “Eu conto histórias através de várias plataformas de mídias, como telenovelas, séries de TV, sites, celular, jogos e até quadrinhos”, afirma Warshal.

Internet, interatividade, integração e características internacionais foram os aspectos apresentados por Warshal que movem essa nova indústria que, muito humoradamente, ele chama de “Indústria de Intretenimento, com i mesmo”, explica Warshal, que também fez uma retrospectiva da história dessa nova indústria e explicou a abertura de espaços para anúncios fazendo a integração de produtos e marcas no mundo das transmídias, que segundo o palestrante, se torna cada vez mais forte.
Em Campo Grande, o tema da palestra foi discutido por profissionais da área adaptando a realidade ao mercado regional. Josué JR, da CasaMarte, que é um dos debatedores regionais do MaxiMídia SAT, indica os principais fatores que impedem o desenvolvimento da área áudio-visual no Estado. “Em Campo Grande, que é a capital, não há essa cultura desenvolvida para o áudio-visual e além disso não temos profissionais qualificados para essa área”, afirma JR. Thiago Barros, da Agência Agilitá, que também era um dos debatedores regionais analisa a situação sul-mato-grossense com olhos mais otimistas. “Nossa situação profissional já evoluiu muito no Estado. Hoje há mais consciência e valorização do profissional de criação e acredito que criar conteúdos que perpassam os meios está bem próximo da nossa realidade”, afirma. O evento conta com debates após o evento com a presença de profissionais da área em Mato grosso do Sul. Como debatedor regional estava presente também Flávio Vinha, da MV comunicação, e a mediadora foi a presidente do Grupo de Mídia do Mato Grosso do Sul, Fabiana Ferreira.

O MaxiMídia SAT segue até quinta-feira (09), no auditório do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Mato Grosso do Sul (CREA/MS). Após cada palestra, são realizados debates ao vivo com empresários e gestores de comunicação do Estado. O evento é patrocinado pela TV Morena e Jornal “O Estado MS” e tem o apoio da Agilita, Diniz, MV Comunicação, Qualitas, Remat, ZN, Sebrae e Studio Alexis Prappas.

Fabiane Sato e Tatiane Queiroz
Sato Comunicação

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Segundo dia do Maximídia

A apresentação de uma pesquisa realizada pelo IBOPE em parceria com a Troiano Consultoria de Marcas, sobre as características de consumo das classes populares, abriu o segundo dia do MaxiMídia 2008, um dos eventos de comunicação mais importantes do País.

A apresentação do levantamento foi feita por Cecília Russo, da Troiano Consultoria, e Marcelo Coutinho, do IBOPE Inteligência. Segundo Coutinho, atingir as camadas de baixa renda não é um desafio fácil, mas é muito importante aprender como abordar e trabalhar para esse público.

"Cerca de 120 milhões de pessoas vivem com renda entre 1 e 3 salários mínimos e todas têm projetos e sonhos. As marcas ajudam a realizar esses desejos. Por isso, elas precisam pensar em modelos de negócio que incluam esses consumidores", disse.

Para Cecília Russo, o ponto chave para as marcas é conseguir conquistar a confiança desse público. "Uma marca precisa adquirir esse status. A pesquisa revelou que as marcas consideradas mais confiáveis são aquelas que melhor representam os projetos, a idealização dessas pessoas", afirmou.

"Entre os itens mais importantes para essa camada, em relação às marcas, é a comunicação, que precisa ter qualidade. Como na história das mil e uma noites, as marcas precisam ter sempre uma nova história para contar", finalizou.

Entre os debatedores locais estavam César Crivellente da Remat, Valter Bellei do Bradesco e Josué Sanches da Diniz Ação. Moderadora: Cynthia Silveira da Qualitas.

Ainda hoje serão debatidos a fragmentação da audiência e o aumento dos canais de televisão, em palestra de por Mark Warshaw, diretor da produtora Flatworld Intertainment, e os desafios de comprar e vender mídia no século 21, em um painel com Ângelo Frazão (McCann Erickson), Paulo Camossa (AlmapBBDO) e Paulo Queiroz (DM9DDB).

Fonte: Ultimo Segundo

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Hoje começa o Maximídia 2008

Hoje os seminários colocarão em pauta assuntos como a participação dos líderes de empresas na gestão cotidiana de suas marcas, a nova relação entre consumidores e fornecedores, e as estratégias de publicidade em jogos eletrônicos. Entre os painelistas e palestrantes, está Cledorvini Belini, da FIAT, e Márcio Utsch, da Alpargatas. E tem os debates regionais, com a presença de profissionais da publicidade local.

Não percam, é no auditório do CREA, a transmissão via satélite para Campo Grande!!!

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

TV Digital - O segredo é conhecer a vida das pessoas

Olá Pessoal,

Eu acompanhei os temas do Maximídia pela internet, e algo que me chamou a atenção, foi a palestra do britânico Ivor Hussein: "Touchpoints, Uma Visão Holística do Uso da Mídia". No dia 2 de dezembro, o Brasil colocará em operação o seu modelo de TV digital e as dúvidas sobre como serão elaboradas as estratégias de comunicação são muitas.

O Instituto dos Profissionais de Propaganda (IPA, na sigla em inglês), com o projeto Touchpoints ('pontos de contato', em livre tradução), demonstra que as campanhas mais eficazes serão aquelas pautadas em estudos que revelam o conhecimento da vida das pessoas, dos seus anseios e das suas preferências. O diretor técnico do IPA, Ivor Hussein, que viveu a experiência de ter acompanhado o processo de expansão da mídia com a TV digital inglesa, afirma que as pessoas, quando possuem muitas opções de programação em multicanais, tornam-se cada vez mais especializadas em um tipo de assunto que mais lhe agrada e seguem para se reunir em grupos de interesse que exploram diferentes plataformas de comunicação do sobre o assunto.

“Quando possuem muitas opções de programação em multicanais, as pessoas tornam-se cada vez mais especializadas em um tipo de assunto, e seguem para se reunir em grupos de interesse que exploram diferentes plataformas de comunicação do sobre o setor. A multiplicidade de mídias trouxe fragmentação de público, mas é muito mais uma questão de especialização", afirma Hussein. A análise de Hussein, sobre a questão da TV digital, na sessão de perguntas da palestra que encerrou a programação da 17º edição do MaxiMídia, está integrada ao tipo de trabalho que o IPA realiza na Inglaterra: o levantamento de dados centrado no consumidor e em todos os canais de mídia que ele consome. Segundo o profissional, é apenas identificando como funciona o estilo de vida de determinados grupos e quando eles estão receptivos a receber informação que o retorno de um investimento na comunicação é muito maior. "Entender o contexto em que a mídia é consumida é crucial para que se consiga obter o envolvimento do consumidor com a comunicação", diz Hussein. Basicamente o projeto do IPA, que está em sua segunda fase de realização, consiste em questionários sobre as atividades de uma pessoa durante os sete dias da semana e que engloba a sua relação com a mídia. O diferencial é que os dados apurados são cruzados com uma série de outros estudos disponíveis no mercado e assim se chega a gráficos bastante específicos do comportamento de grupos de pessoas, como por exemplo, das que costumam se reunir com a família ou as que gostam de sair para farra no sábado. O custo do trabalho de pesquisa realizado pelo IPA é naturalmente caro. Porém é financiado a partir da união de agências de mídia - na Inglaterra atuação das empresas é independente das agências de publicidade - com os veículos de comunicação. "A iniciativa do IPA é muito interessante pelo fato da indústria da comunicação se reunir em torno de uma causa: a de entender as mudanças que o setor passa", afirma Flavio Ferrari, presidente executivo do Ibope Mídia América Latina. Segundo ele, é necessário que o Brasil comece a pensar em um projeto coletivo de levantamento de dados de maneira mais profunda. Porém quando questionado sobre quem poderia entrar neste tipo de trabalho, titubeou: "Os veículos no Brasil tendem a patrocinar iniciativas que de certa maneira os favorece, porém eles têm obrigação de fazer pesquisas como essas", afirma.

Bom, se no mercado nacional a coisa ainda está difícil, imagina no nosso mercado, onde pesquisas é algo que não se tem, praticamente. Vamos ter que usar muito feeling e ter muito jogo de cintura para que as verbas não sejam desperdiçadas...

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Maximídia 2007

Olá Pessoal,

Outubro chegou, e com ele o Maximídia. Começa amanhã...
Este ano 19 cidades estão recebendo ao vivo as palestras via satélite... quem sabe não conseguimos fechar no próximo ano?

Já em sua 17ª. edição, o MaxiMídia representa a grande vitrine da indústria da comunicação em todo o Brasil, reunindo no mesmo evento um Fórum Internacional de Marketing e Comunicação, uma grande feira de negócios e relacionamentos e um Prêmio de Criatividade em Mídia. O MaxiMídia é hoje o maior evento do setor em toda a América Latina.

É um evento de grande contribuição para o mercado, o MaxiMídia expõe, promove e discute questões de relevância estratégica à integração de agências, anunciantes e veículos, além de difundir conceitos e técnicas de imediata aplicação prática no dia-a-dia de seus profissionais.

Alguém do grupo vai ao evento????